Agenda

Clássico em Tallha Dourada

Igreja Matriz de Odiáxere

19:00 - 07/04/2024

Concerto pela Algarve Camerata
Concerto de Páscoa

PROGRAMA

Carl Stamitz
Quarteto-Orquestral em Dó Maior
Allegro assai
Andante di molto
Poco presto

Antonio Vivaldi
Concerto para duas trompetes e cordas em Dó Maior, RV 537
Allegro
Largo
Allegro

[Solistas - João Rocha & Roberto Costa]

Joseph Haydn
Sinfonia nº 45 'do Adeus'
Allegro Assai
Minuet Allegretto
Finale: Presto - Adagio


Direcção: João Miguel Cunha


CLÁSSICO EM TALHA DOURADA
com o Apoio da Câmara Municipal de Lagos

Em música, um ‘clássico’ é uma composição que se destaca pela sua excelência e atemporalidade.
Neste sentido, a Algarve Camerata apresenta a itinerância ‘Clássico em Talha Dourada’ e, com o Apoio da Câmara Municipal de Lagos, irá levar a cabo quatro concertos pelas Igrejas de Bensafrim, Odiáxere, Luz e São Sebastião de Lagos, com programas ecléticos e abrangentes no tempo, atractivos para toda a família, tanto melómanos como iniciados.

Ao incluir, ainda, um solista por concerto, e porque a Algarve Camerata é composta, maioritariamente, por músicos locais, pretende-se simultaneamente promover e descentralizar a cultura e os valores artísticos da cidade e da região, bem como as múltiplas expressões de arte (pintura, escultura, arquitetura) intrínsecas aos templos onde decorrerão os espectáculos.

O primeiro concerto será já no próximo dia 7 de Abril, às 19h00 na Igreja Matriz de Odiáxere, e terá como solistas os trompetistas João Rocha e Roberto Costa.

O programa iniciará com o majestoso Quarteto Orquestral de Stamitz, seguido pelo virtuoso Concerto para Duas Trompetes de Vivaldi, concluindo com a sublime Sinfonia ‘do Adeus’ de Haydn. Foi com este nome que ficou conhecida a Sinfonia nº 45 em fá sustenido menor, que Haydn compôs em 1772 para tentar convencer o príncipe Nicolas Esterházy, seu patrono, a libertar mais cedo os músicos da orquestra que o acompanhavam durante a sua longa estadia de verão no longínquo palácio Esterháza e que, já cansados e saturados, ansiavam regressar a casa, para junto das suas famílias. Haydn teve então a astuciosa ideia de compor uma sinfonia em que os músicos, após tocarem a parte que lhes cabia, iam sucessivamente abandonando o palco. No final, apenas Haydn e o último músico ficavam em cena para tocar a parte final do concerto. O príncipe captou a mensagem e ordenou prontamente o regresso a Viena de toda a orquestra.

Venha reviver esta encenação, sob a direção de João Miguel Cunha, deixe-se levar pela magia da música clássica, e junte-se a nós na acolhedora Igreja de Odiáxere, no dia 7 de Abril, às 19h00.

Entrada livre

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